Uma garota levanta da cama de manhã. Está com os pulsos cortados, o quarto etá bagunçado. Posters de bandas rasgadas,
papéis amassados e rasgados espalhados no chão. Ela vai em direção a janela. O dia está lindo e ensolarado. Ela vê as
pessoas divertindo do lado de fora, alegres, então uma lágrima escorre do seu rosto. Ela enxuga o rosto e vai para o
banheiro. Lá ela lava o rosto e vê seus pulsos cortados. Olha para o espelhos, e com raiva de si mesma, dá um soco no
espelho, cortando os dedos. Então começa a chorar de novo.
Ela se arruma e vai para a escola. Como de costume, com sua jaqueta preta favorita, com fones de ouvido e mão
no bolso. Chega na sala e senta na mesa mais afastada de todos, num canto. Pega um papel do bolso. O desamassa e
lê o que está escrito. No papel possui um coração com o nome dela e o nome do garoto que ela ama no meio. Mais uma
lágrima escorre do rosto. Ela então o rasga e o amassa. Olha para o garoto que ela ama do outro lado da sala, mas ele
nem a repara. Ela se levanta para jogar o papel no lixo. Ele se vira e a vê andando, admirado com a beleza dela que ele
vê todos os dias, mas nunca teve coragem de falar com ela.
No recreio ela, como sempre, se senta no banco, no corredor da escola, e comaça a chorar. Fica lá o recreio todo.
Após o sino tocar, ela vai para o banheiro e limpa o rosto a maquiagem borrada pelas lágrimas. Volta pra sala, se senta,
pega um pedaço de papel e escreve nele uma carta. Quando termina, o dobra e o beija, o marcando com uma marca de batom.
Acaba a aula, ela vai embora o mais rápido possível, mas deixa a carta para trás, na mesa dela. O garoto cria
coragem e tenta falar com ela, mas não consegue, pois ela foge. Ele vê na mesa dela uma carta então decide ler. Ao ler a
carta, faz uma cara de espanto. Nela dizia:
“Foi um prazer te conhecer. Nos falamos só uma vez, no nosso primeiro dia de aula, quando a professora nos mandou
nos cumprimentarmos. Desde aquele dia eu não consigo te esquecer. O seu sorriso, sua voz, tudo. Mas você me ignora.
Não fala comigo. Eu já tentei me matar pra te esquecer, mas não tive coragem. Mas isso é passado. Agora aquele medo que
eu tinha passou. Por isso, para me ajudar, te esquecendo, e te ajudar, me tirando da sua vida, eu tirarei minha própria
vida. Adeus,(nome do garoto). (nome da garota).”
Ele leu a carta e a deixou cair no chão. Saiu correndo e a procurou. Depois de um tempo a encontrou, mas ela estava
muito longe. Ele correu atrás dela, mas a perdeu. Ela havia entrado em um beco, onde sentou e chorou. Um tempo depois,
ela se levantou, engoliu o choro e correu. Ele continuou a procurando, até vela em cima de um prédio. Ele correu,
entrou no prédio, subiu as escadas e chegou no topo. Ao chegar, ele tentou a segurar antes dela se jogar, mas não
conseguiu. Ela, enquanto caia delicadamente, se virou e disse com sua voz graciosa: Anjos existem. Então caiu. Ele
olhou para baixo e a viu no chão, deitada, como se estivesse dormindo, em uma cama de sangue.
papéis amassados e rasgados espalhados no chão. Ela vai em direção a janela. O dia está lindo e ensolarado. Ela vê as
pessoas divertindo do lado de fora, alegres, então uma lágrima escorre do seu rosto. Ela enxuga o rosto e vai para o
banheiro. Lá ela lava o rosto e vê seus pulsos cortados. Olha para o espelhos, e com raiva de si mesma, dá um soco no
espelho, cortando os dedos. Então começa a chorar de novo.
Ela se arruma e vai para a escola. Como de costume, com sua jaqueta preta favorita, com fones de ouvido e mão
no bolso. Chega na sala e senta na mesa mais afastada de todos, num canto. Pega um papel do bolso. O desamassa e
lê o que está escrito. No papel possui um coração com o nome dela e o nome do garoto que ela ama no meio. Mais uma
lágrima escorre do rosto. Ela então o rasga e o amassa. Olha para o garoto que ela ama do outro lado da sala, mas ele
nem a repara. Ela se levanta para jogar o papel no lixo. Ele se vira e a vê andando, admirado com a beleza dela que ele
vê todos os dias, mas nunca teve coragem de falar com ela.
No recreio ela, como sempre, se senta no banco, no corredor da escola, e comaça a chorar. Fica lá o recreio todo.
Após o sino tocar, ela vai para o banheiro e limpa o rosto a maquiagem borrada pelas lágrimas. Volta pra sala, se senta,
pega um pedaço de papel e escreve nele uma carta. Quando termina, o dobra e o beija, o marcando com uma marca de batom.
Acaba a aula, ela vai embora o mais rápido possível, mas deixa a carta para trás, na mesa dela. O garoto cria
coragem e tenta falar com ela, mas não consegue, pois ela foge. Ele vê na mesa dela uma carta então decide ler. Ao ler a
carta, faz uma cara de espanto. Nela dizia:
“Foi um prazer te conhecer. Nos falamos só uma vez, no nosso primeiro dia de aula, quando a professora nos mandou
nos cumprimentarmos. Desde aquele dia eu não consigo te esquecer. O seu sorriso, sua voz, tudo. Mas você me ignora.
Não fala comigo. Eu já tentei me matar pra te esquecer, mas não tive coragem. Mas isso é passado. Agora aquele medo que
eu tinha passou. Por isso, para me ajudar, te esquecendo, e te ajudar, me tirando da sua vida, eu tirarei minha própria
vida. Adeus,(nome do garoto). (nome da garota).”
Ele leu a carta e a deixou cair no chão. Saiu correndo e a procurou. Depois de um tempo a encontrou, mas ela estava
muito longe. Ele correu atrás dela, mas a perdeu. Ela havia entrado em um beco, onde sentou e chorou. Um tempo depois,
ela se levantou, engoliu o choro e correu. Ele continuou a procurando, até vela em cima de um prédio. Ele correu,
entrou no prédio, subiu as escadas e chegou no topo. Ao chegar, ele tentou a segurar antes dela se jogar, mas não
conseguiu. Ela, enquanto caia delicadamente, se virou e disse com sua voz graciosa: Anjos existem. Então caiu. Ele
olhou para baixo e a viu no chão, deitada, como se estivesse dormindo, em uma cama de sangue.